terça-feira, 13 de setembro de 2011

Tempo



Tempo, você não volta, mas se bem
que ainda posso me lembrar.
De cada cheiro, de cada lugar, de cada gesto,
de cada música, de cada olhar.
Em um segundo que o relógio marca,
o Tempo cumpre seu dever.
Feridas se curam, feridas de um falso amor.
Oh! Tempo, senhor da razão, ao passar
levou toda dor que existia em meu coração.
Mas também bons momentos,
que sempre quando nos visita, leva um pouco mais,
e aos poucos vão se perdendo.
E um dia, daqui a pouco Tempo, sei que esquecerei.
De cada cheiro, de cada lugar, de cada gesto,
de cada música, de cada olhar.
De todos os momentos, e a lembrança
não existirá, devido ao passar do Tempo.

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