A leve brisa tudo leva,
a chuva lava a alma.
Leve esse peso que me invade,
lave essa alma ensanguentada.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Noite na rua
Já apagaram as luzes nas casas e fecham os olhos pra dormir.
Sonhos de crianças que dormem acordadas.
Um mundo irreal, onde o frio, a fome são reais pesadelos.
Onde a luz dos postes na rua, é a única luz diante de toda
aquela escuridão.
Sonhos de crianças que dormem acordadas.
Um mundo irreal, onde o frio, a fome são reais pesadelos.
Onde a luz dos postes na rua, é a única luz diante de toda
aquela escuridão.
Já não importa
Já não importa.
Não importa a cor que o céu ficou,
a forma que as nuvens ganharam,
o que o vento levou,
o que o amor curou,
se a ferida sangrou,
se o tempo passou,
se apenas lembranças restaram,
se perderam ou se ganharam,
se morreu ou se nasceu,
se calou ou se cantou,
não importa se é frio ou calor.
Nada mais aqui ficou.
Já não me importa mais,
já não importa.
Não importa a cor que o céu ficou,
a forma que as nuvens ganharam,
o que o vento levou,
o que o amor curou,
se a ferida sangrou,
se o tempo passou,
se apenas lembranças restaram,
se perderam ou se ganharam,
se morreu ou se nasceu,
se calou ou se cantou,
não importa se é frio ou calor.
Nada mais aqui ficou.
Já não me importa mais,
já não importa.
Meu canto é o canto
Canto o que minha'alma grita.
Canto versos de rua, falo da lua.
Canto as flores, os jardins que florescem .
Canto uma ilusão, um sonho que cresce.
Canto para um coração, para amigos do coração.
Canto amores esquecidos que esqueço de esquecer.
Canto para a noite e para o dia amanhecer.
Canto para os pássaros que cantam para mim.
Canto uns dias chatos que logo passam numa canção.
Canto o sorriso de uma criança que ainda tem esperança.
Canto a vida que faz de meus versos uma canção.
Amanhã
Pode ser que amanhã nos encontramos por ai.
Nessa busca de sentido, nesse ato de viver.
Nesse céu azul escuro onde as estrelas somos nós.
Iluminando algumas noites mas invejando a lua.
Nossa fase nunca muda, sempre nessa busca,
esperando que o amanhã traga a resposta.
Amanhã nem os deuses sabem, nem a lua, nem as estrelas.
E o brilho um dia apaga e acaba essa canseira.
Nessa busca de sentido, nesse ato de viver.
Nesse céu azul escuro onde as estrelas somos nós.
Iluminando algumas noites mas invejando a lua.
Nossa fase nunca muda, sempre nessa busca,
esperando que o amanhã traga a resposta.
Amanhã nem os deuses sabem, nem a lua, nem as estrelas.
E o brilho um dia apaga e acaba essa canseira.
Aurora
A aurora desses dias alimenta minh'alma preenche
uma lacuna que há tempos havia aqui deixado.
Se são rosas ou se são cravos não importa se há espinhos,
se há dia há noite e se há música há vida.
Já não canto meu vazio em tristeza, o que importa é que estou
viva e todos os dias é um começo que não sei onde termina.
Ao chegar meu fim desejo que continue a começar como
as auroras desses dias que alimenta minh'alma e ilumina a vida.
uma lacuna que há tempos havia aqui deixado.
Se são rosas ou se são cravos não importa se há espinhos,
se há dia há noite e se há música há vida.
Já não canto meu vazio em tristeza, o que importa é que estou
viva e todos os dias é um começo que não sei onde termina.
Ao chegar meu fim desejo que continue a começar como
as auroras desses dias que alimenta minh'alma e ilumina a vida.
Pés na areia
Tire seus calçados, vamos andar descalços.
Sinta a areia em seus pés, sinta o vento que leva cada grão,
sinta esse momento, ponha os pés no chão.
Os dias ruins também vão e só deixam nostalgia.
Cada grão de areia é arrastado para longe de seu destino,
sem destino deixando apenas que a brisa o guie em algum caminho.
Se assim fosse nossas vidas, tempestades não existiriam.
Quero nuvens, também quero sol, quero chuvas, quero ventos.
Ventos que me arraste para longe. Quero ser areia.
Quero a vida a me guiar.
Pois quando guio a vida, uso calçados que me impede de sentir os
grãos quentes de areia que viajam sem destino.
Sinta a areia em seus pés, sinta o vento que leva cada grão,
sinta esse momento, ponha os pés no chão.
Os dias ruins também vão e só deixam nostalgia.
Cada grão de areia é arrastado para longe de seu destino,
sem destino deixando apenas que a brisa o guie em algum caminho.
Se assim fosse nossas vidas, tempestades não existiriam.
Quero nuvens, também quero sol, quero chuvas, quero ventos.
Ventos que me arraste para longe. Quero ser areia.
Quero a vida a me guiar.
Pois quando guio a vida, uso calçados que me impede de sentir os
grãos quentes de areia que viajam sem destino.
Sonhos de outono
Encontre num sorriso o brilho do meu olhar.
Hoje meus olhos se fecham, voltei a sonhar.
No outono as folhas caem das árvores para que
na primavera venha a florir com toda força.
E hoje, desisto de todos os nossos sonhos para
que possa viver o seu e encontrar sua felicidade.
Não me importo em sonhar só,
só não podemos deixar de sonhar.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O que me diria
Não, não hesite ao dizer onde foi que errei.
Se não amei o suficiente para barrar a distancia
que separa a Lua da Terra peço que compreenda
que o que importa foi que tentei.
Tentei a todo momento arrancar-lhe a tristeza do olhar e
colocar um sorriso em seus lábios.
Se não amei o suficiente para barrar a distancia
que separa a Lua da Terra peço que compreenda
que o que importa foi que tentei.
Tentei a todo momento arrancar-lhe a tristeza do olhar e
colocar um sorriso em seus lábios.
Completando meu vazio
Tenho o mesmo sonho desde que acordei.
Escuto a mesma música, leio a mesma poesia,
repito as mesmas palavras, vejo as mesmas pessoas.
Na verdade não vejo ninguém.
Vejo apenas a vida passando e fico preenchendo algumas folhas
em branco enquanto o branco toma conta de mim. É uma troca.
Acordei, mas ainda sonho. Não deixei os sonhos morrerem em mim,
mesmo que estejam morrendo aos poucos. Sei que assim que completar
esse caderno em branco, estarei vazia.
Todo o meu ser estará aqui e todo o vazio dessas folhas estará em mim.
Mato-me aos poucos para manter minha memória viva, tentando tornar
sonhos em realidade, tentando fugir da realidade e viver de palavras.
Palavras por mim escritas. Que completam um caderno,
mas a medida em que preenche o caderno me deixam cada vez mais vazia.
Logo terei que me dar um tempo, um descanso, dormir mais uma vez afim
de acompanhar aquele velho sonho.
Para que novamente ele venha a se perder em mim e achar-se num caderno escrito.
Escuto a mesma música, leio a mesma poesia,
repito as mesmas palavras, vejo as mesmas pessoas.
Na verdade não vejo ninguém.
Vejo apenas a vida passando e fico preenchendo algumas folhas
em branco enquanto o branco toma conta de mim. É uma troca.
Acordei, mas ainda sonho. Não deixei os sonhos morrerem em mim,
mesmo que estejam morrendo aos poucos. Sei que assim que completar
esse caderno em branco, estarei vazia.
Todo o meu ser estará aqui e todo o vazio dessas folhas estará em mim.
Mato-me aos poucos para manter minha memória viva, tentando tornar
sonhos em realidade, tentando fugir da realidade e viver de palavras.
Palavras por mim escritas. Que completam um caderno,
mas a medida em que preenche o caderno me deixam cada vez mais vazia.
Logo terei que me dar um tempo, um descanso, dormir mais uma vez afim
de acompanhar aquele velho sonho.
Para que novamente ele venha a se perder em mim e achar-se num caderno escrito.
Folha em branco
São apenas folhas em branco uma voz me dizia.
Mas não eram apenas folhas em branco, eram folhas
que desejavam contar uma história. Qualquer história.
Palavras, palavras que juntas fizessem algum sentido, ou não.
Ela só desejava ser preenchida. Queria não mais aquele vazio.
Fiquei por horas olhando aquelas folhas em branco e imaginando
como seria se fosse uma folha em busca de algo, para ser preenchido.
Eu também desejava preencher um vazio, um vazio que crescia quanto
mais olhava para aquelas folhas brancas. Branco é uma cor vazia.
Branco é uma cor que falta cor, porém pode ser preenchida
de qualquer forma, com qualquer cor.
Foi ai que eu cheguei a conclusão de que as folhas sofriam menos do que eu.
Seu nada poderia ser preenchido com tudo.
Já eu, não bastava cores, palavras, desejos. Nada me bastava.
Olhando ainda para a folha peguei um lápis e quem sabe se
eu a preenchesse esse meu vazio também não fosse preenchido.
Mas não eram apenas folhas em branco, eram folhas
que desejavam contar uma história. Qualquer história.
Palavras, palavras que juntas fizessem algum sentido, ou não.
Ela só desejava ser preenchida. Queria não mais aquele vazio.
Fiquei por horas olhando aquelas folhas em branco e imaginando
como seria se fosse uma folha em busca de algo, para ser preenchido.
Eu também desejava preencher um vazio, um vazio que crescia quanto
mais olhava para aquelas folhas brancas. Branco é uma cor vazia.
Branco é uma cor que falta cor, porém pode ser preenchida
de qualquer forma, com qualquer cor.
Foi ai que eu cheguei a conclusão de que as folhas sofriam menos do que eu.
Seu nada poderia ser preenchido com tudo.
Já eu, não bastava cores, palavras, desejos. Nada me bastava.
Olhando ainda para a folha peguei um lápis e quem sabe se
eu a preenchesse esse meu vazio também não fosse preenchido.
A t.v
A noite já se aproxima, estou em casa assistindo o tempo passar,
assistindo a vida como quem assiste t.v sem controle-remoto.
Queria muito um controle-remoto para mudar de canal, para sair do tédio,
para que encontrasse algo que fizesse sentido.
Logo escuto umas vozes que vem de longe, então tento me concentrar para
saber o que tais vozes discutem, o que os donos daquelas vozes faziam em
casa num pleno sábado a noite?
Era normal naquele horário ainda mais em fim de semana pessoas saírem
para se divertir, beber, dançar.
Mas não, tinha vozes que conversavam sobre a vida ao invés de ir viver a vida.
Escuto de longe essas vozes como se fossem canções.
Até que algo me chama muito a atenção; uma voz bem ao pé do meu ouvido
dizia que a vida passava, o tempo passava e o fim estava próximo.
Fiquei a pensar fim de que?
Penso que estou imaginando, criando coisas, ouvindo demais...
Então sigo essas vozes, chego até sala e é de lá que vinha essas vozes mentais
e era só a t.v que estava ligada.
Vaso existencial
Aquele vazio que tenho aqui dentro, parece estar cada vez mais fundo.
Antes a solidão caminhava pé a pé até mim.
Hoje ela voa, assim como o tempo que ganhou asas de morcego.
Bebo algumas xícaras de café para passar essa noite escura e nublada em claro!
Somos pássaros em gaiolas, porém gaiolas separadas.
Procurando alguém que possa nos libertar...
Abrir as portas para nos encontrar...
E a única coisa que encontramos são baldes que vão buscar água no fim do poço.
As rosas de plástico não murcham, então da próxima vez traga-as em vasos.
Por que eles são vazios e também não murcham.
Por favor não tire o perfume de nenhuma flor.
Não a mate!
Deixe-a onde esta, pois somos como as rosas, temos espinhos, perfume, cores, vida.
E quando tirados da Terra e colocado em vasos, sentimos aquele imenso vazio.
Perdendo o encanto junto as pétalas que murcham e caem só para escapar
desse vazio que é o vaso.
Antes a solidão caminhava pé a pé até mim.
Hoje ela voa, assim como o tempo que ganhou asas de morcego.
Bebo algumas xícaras de café para passar essa noite escura e nublada em claro!
Somos pássaros em gaiolas, porém gaiolas separadas.
Procurando alguém que possa nos libertar...
Abrir as portas para nos encontrar...
E a única coisa que encontramos são baldes que vão buscar água no fim do poço.
As rosas de plástico não murcham, então da próxima vez traga-as em vasos.
Por que eles são vazios e também não murcham.
Por favor não tire o perfume de nenhuma flor.
Não a mate!
Deixe-a onde esta, pois somos como as rosas, temos espinhos, perfume, cores, vida.
E quando tirados da Terra e colocado em vasos, sentimos aquele imenso vazio.
Perdendo o encanto junto as pétalas que murcham e caem só para escapar
desse vazio que é o vaso.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Distância
O que me dói não é vê-lo distante,
a distância meu bem existe até mesmo
para aqueles que estão juntos.
a distância meu bem existe até mesmo
para aqueles que estão juntos.
Sábia conclusão
Hoje cheguei a uma conclusão.
Na verdade nunca amei ninguém,
pois todas as vezes que pensei amar sofri.
E se sofri não foi amor, foi ilusão.
Na verdade nunca amei ninguém,
pois todas as vezes que pensei amar sofri.
E se sofri não foi amor, foi ilusão.
Minha ressaca
Enquanto fico largado, jogado na areia, sozinho,
olho para as estrelas e penso em possíveis soluções
para curar essa ressaca causada pelas palavras
que me disse na noite passada.
olho para as estrelas e penso em possíveis soluções
para curar essa ressaca causada pelas palavras
que me disse na noite passada.
Triste é a solidão
Estou bem.
Já me confortei com a solidão.
Só não estou feliz, pois não faço ninguém feliz.
A felicidade é um sentimento que só existe
quando compartilhado.
Já me confortei com a solidão.
Só não estou feliz, pois não faço ninguém feliz.
A felicidade é um sentimento que só existe
quando compartilhado.
Quebra-coração
Sonhei que andava distraída por uma rua quando
encontrei metade de um coração partido,
junto tal quebra-cabeça para completar esse vazio,
vazio de viver com o coração em pedaços no chão.
encontrei metade de um coração partido,
junto tal quebra-cabeça para completar esse vazio,
vazio de viver com o coração em pedaços no chão.
Amor x Razão
É quase sem querer, quando se ama desconhece a razão.
Se conhece a razão, não ama.
O amor sempre impõe sua chamada consciência .
Se conhece a razão, não ama.
O amor sempre impõe sua chamada consciência .
Vá para sempre
Diga adeus apenas se for para não mais voltar.
Uma breve ida não muda nada em nossas vidas,
pois ao voltar tudo volta a se repetir.
Uma breve ida não muda nada em nossas vidas,
pois ao voltar tudo volta a se repetir.
Muda, passa
Acreditam que os dias passam e o tempo muda.
Os dias mudam e o tempo passa.
E ainda acreditam em algo.
Não se deve deixar de acreditar, tudo muda, tudo passa.
Os dias mudam e o tempo passa.
E ainda acreditam em algo.
Não se deve deixar de acreditar, tudo muda, tudo passa.
Vida
Vida
ida
A vida sempre o leva algum lugar
E o fim é uma ida sem volta e uma
volta sem ida é a
Vida.
ida
A vida sempre o leva algum lugar
E o fim é uma ida sem volta e uma
volta sem ida é a
Vida.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Amargo
De tanto beber café amargo, amargou seus dias,
amargou seus amores, amargou a esperança,
amargou os sonhos que não sonhou por não dormir.
Amargou sua vida.
Amarelou seu sorriso.
amargou seus amores, amargou a esperança,
amargou os sonhos que não sonhou por não dormir.
Amargou sua vida.
Amarelou seu sorriso.
Pétalas
Conte a Rosa e cante uma canção.
Não tire as pétalas das flores pois ao tirá-las
está a deixando sem coração.
Sempre é mal-me-quer.
Afinal, nenhuma mulher deseja rosas faltando pedaços
ou palavras cantadas sem sentimentos.
Quero algo, mas quero algo por inteiro.
Quero tudo ou então não me dê nada.
Me cansei de tantos amores pela metade!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Corrompendo-se
Perdeu no tempo todos os sonhos, todos os planos,
perdeu a memória, perdeu a vida.
Agora sente falta do que nunca teve, sente falta de sonhos
que nunca sonhou, de um tempo que nunca viveu,
de um amor que nunca existiu.
Olha no espelho e vê outra pessoa lá, no reflexo um olhar vazio
que assiste o tempo passar como se o fim estivesse próximo;
na espera de que o fim esteja próximo.
Deseja preencher de alguma forma todo aquele vazio, o vazio de viver.
Cansando de suas lutas contra si mesmo onde sempre sai perdendo.
Perdeu os sentidos.
Em seu mundo não existe mais cores, mais perfume, não consegue amar ninguém
até mesmo o seu calor é frio, vivendo esse câncer que cresce dentro de si.
O vazio toma conta de tudo, de seu corpo, sua alma, sua mente, seus dias
cinzas e chatos que se multiplicam em lágrimas e gritos de desespero.
Bebia para esquecer o que já não mais lembrava se perdia no meio de
tantas alucinações.
Deitava e dormia na espera, na espera de que o amanhã fosse um novo dia.
perdeu a memória, perdeu a vida.
Agora sente falta do que nunca teve, sente falta de sonhos
que nunca sonhou, de um tempo que nunca viveu,
de um amor que nunca existiu.
Olha no espelho e vê outra pessoa lá, no reflexo um olhar vazio
que assiste o tempo passar como se o fim estivesse próximo;
na espera de que o fim esteja próximo.
Deseja preencher de alguma forma todo aquele vazio, o vazio de viver.
Cansando de suas lutas contra si mesmo onde sempre sai perdendo.
Perdeu os sentidos.
Em seu mundo não existe mais cores, mais perfume, não consegue amar ninguém
até mesmo o seu calor é frio, vivendo esse câncer que cresce dentro de si.
O vazio toma conta de tudo, de seu corpo, sua alma, sua mente, seus dias
cinzas e chatos que se multiplicam em lágrimas e gritos de desespero.
Bebia para esquecer o que já não mais lembrava se perdia no meio de
tantas alucinações.
Deitava e dormia na espera, na espera de que o amanhã fosse um novo dia.
domingo, 1 de abril de 2012
Sentimentos
Queria escrever um poema que;
Os cegos conseguissem ver,
os surdos conseguissem ouvir,
os analfabetos conseguissem ler,
os mudos conseguissem recitar,
queria um poema que todos compreendessem.
É um pena que não consigo fazê-lo .
As palavras nos libertam,
mas são os sentimentos que tudo compreende.
Solidão a dois
Agora que nossa história está em preto e branco,
consegue ver o quanto as cores são importantes?
Ausência é falta de algo.
E a ausência de cores é solidão, no nosso caso meu bem,
solidão a dois.
consegue ver o quanto as cores são importantes?
Ausência é falta de algo.
E a ausência de cores é solidão, no nosso caso meu bem,
solidão a dois.
A luz
Passando por uma rua escura, vejo um estranho beco.
E de longe, muito longe enxergo uma luz.
Não sei se é uma casa, ou algum poste, quem sabe uma lâmpada
esta tão distante que mais parece um vaga-lume.
Porém penso que seja uma chama de uma vela,
que se mantém acesa até que o tempo a consuma.
Talvez, essa seja a luz que tanto buscamos,
pensando ser a solução.
Apocalipse
Aguardo ansiosamente o dia em que irá
descer anjos do céus com suas trombetas de ouro,
anunciando que a vida nunca passou de uma grande ilusão!
descer anjos do céus com suas trombetas de ouro,
anunciando que a vida nunca passou de uma grande ilusão!
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