Ninguém sabe por quanto tempo estive deitado.
Delírios atrás de delírios e a única coisa que queria
era ser livre. É, ser livre.
Medicando sentimentos, diagnosticando ilusões.
Vivendo sonhos como se fossem reais.
Apaixonando pelo mundo o qual criei.
Suando de tanto caminhar nesse deserto
esse deserto ao qual me trasportei.
A única coisa real que sinto são essas agulhas
em minha veia.
Esse líquido alimentando meu organismo.
Escuto vozes, vejo gente, vou a lugares que não existem.
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