Não sou eu que consumo tal bebida.
É tal bebida que me consome.
Se há moderação, eu ainda a desconheço.
Consome todo o meu ser,
arranca-me risos em vão,
lágrimas, pensamentos doentios.
Corroem laços e favorece a dor.
Não sou eu quem a consumo...
É ela quem me consome.
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