Quem um dia carregou o mundo em suas costas,
hoje mal consegue carregar seu próprio peso.
A dor da desesperança o matou aos poucos,
o jogou numa cama fria, onde queima em febre.
É quando a morte se aproxima,
que percebe o quanto é bom viver.
Porque morrer é um mistério.
E a vida é a descoberta.
O mundo é muito grande para abraçá-lo.
E carregá-lo nas costas é para quem tem fé e
também esperança.
Num delírio de febre, perde-se a consciência e
esquece que a dor faz parte da vida.
Então se junta aos mistérios da morte.
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