Vai se lá mais alguns segundos,
alguns minutos,
alguns dias,
algumas semanas,
até mesmo alguns anos.
E passa,
o vento passa.
O amor acaba.
A fé se renova.
E continuamos a acredita;
que quanto mais o tempo passa,
melhor tende a ficar.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Um outro dia
Um dia bom, bom dia.
Manhã fria, que esteve quente.
Quente apenas no clima.
Aqui tem um canto onde sempre é frio.
Não importa, hoje é um outro dia...
O frio assim como todo aquele calor também passa.
Somos moldados, não somos soldados.
Não existe sentido, existe sentimentos.
Ou a falta deles.
Manhã fria, que esteve quente.
Quente apenas no clima.
Aqui tem um canto onde sempre é frio.
Não importa, hoje é um outro dia...
O frio assim como todo aquele calor também passa.
Somos moldados, não somos soldados.
Não existe sentido, existe sentimentos.
Ou a falta deles.
Da janela
Da janela vejo a vida, vejo o vento batendo no galho das árvores,
vejo o outono, não vejo saída.
Os dias tem me feito esquecer que as noites são frias, que não basta
apenas dormir para curar certas feridas.
Cicatriza-se desejos que ardem em minha pele, esqueço que as feridas
fazem parte de nossas vidas.
Que a vida é tão breve como a brisa. Leve brisa que guia o vento,
que leva os galhos que observo. Apenas observo a vida da janela.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Lave minh'alma
A leve brisa tudo leva,
a chuva lava a alma.
Leve esse peso que me invade,
lave essa alma ensanguentada.
a chuva lava a alma.
Leve esse peso que me invade,
lave essa alma ensanguentada.
Noite na rua
Já apagaram as luzes nas casas e fecham os olhos pra dormir.
Sonhos de crianças que dormem acordadas.
Um mundo irreal, onde o frio, a fome são reais pesadelos.
Onde a luz dos postes na rua, é a única luz diante de toda
aquela escuridão.
Sonhos de crianças que dormem acordadas.
Um mundo irreal, onde o frio, a fome são reais pesadelos.
Onde a luz dos postes na rua, é a única luz diante de toda
aquela escuridão.
Já não importa
Já não importa.
Não importa a cor que o céu ficou,
a forma que as nuvens ganharam,
o que o vento levou,
o que o amor curou,
se a ferida sangrou,
se o tempo passou,
se apenas lembranças restaram,
se perderam ou se ganharam,
se morreu ou se nasceu,
se calou ou se cantou,
não importa se é frio ou calor.
Nada mais aqui ficou.
Já não me importa mais,
já não importa.
Não importa a cor que o céu ficou,
a forma que as nuvens ganharam,
o que o vento levou,
o que o amor curou,
se a ferida sangrou,
se o tempo passou,
se apenas lembranças restaram,
se perderam ou se ganharam,
se morreu ou se nasceu,
se calou ou se cantou,
não importa se é frio ou calor.
Nada mais aqui ficou.
Já não me importa mais,
já não importa.
Meu canto é o canto
Canto o que minha'alma grita.
Canto versos de rua, falo da lua.
Canto as flores, os jardins que florescem .
Canto uma ilusão, um sonho que cresce.
Canto para um coração, para amigos do coração.
Canto amores esquecidos que esqueço de esquecer.
Canto para a noite e para o dia amanhecer.
Canto para os pássaros que cantam para mim.
Canto uns dias chatos que logo passam numa canção.
Canto o sorriso de uma criança que ainda tem esperança.
Canto a vida que faz de meus versos uma canção.
Amanhã
Pode ser que amanhã nos encontramos por ai.
Nessa busca de sentido, nesse ato de viver.
Nesse céu azul escuro onde as estrelas somos nós.
Iluminando algumas noites mas invejando a lua.
Nossa fase nunca muda, sempre nessa busca,
esperando que o amanhã traga a resposta.
Amanhã nem os deuses sabem, nem a lua, nem as estrelas.
E o brilho um dia apaga e acaba essa canseira.
Nessa busca de sentido, nesse ato de viver.
Nesse céu azul escuro onde as estrelas somos nós.
Iluminando algumas noites mas invejando a lua.
Nossa fase nunca muda, sempre nessa busca,
esperando que o amanhã traga a resposta.
Amanhã nem os deuses sabem, nem a lua, nem as estrelas.
E o brilho um dia apaga e acaba essa canseira.
Aurora
A aurora desses dias alimenta minh'alma preenche
uma lacuna que há tempos havia aqui deixado.
Se são rosas ou se são cravos não importa se há espinhos,
se há dia há noite e se há música há vida.
Já não canto meu vazio em tristeza, o que importa é que estou
viva e todos os dias é um começo que não sei onde termina.
Ao chegar meu fim desejo que continue a começar como
as auroras desses dias que alimenta minh'alma e ilumina a vida.
uma lacuna que há tempos havia aqui deixado.
Se são rosas ou se são cravos não importa se há espinhos,
se há dia há noite e se há música há vida.
Já não canto meu vazio em tristeza, o que importa é que estou
viva e todos os dias é um começo que não sei onde termina.
Ao chegar meu fim desejo que continue a começar como
as auroras desses dias que alimenta minh'alma e ilumina a vida.
Pés na areia
Tire seus calçados, vamos andar descalços.
Sinta a areia em seus pés, sinta o vento que leva cada grão,
sinta esse momento, ponha os pés no chão.
Os dias ruins também vão e só deixam nostalgia.
Cada grão de areia é arrastado para longe de seu destino,
sem destino deixando apenas que a brisa o guie em algum caminho.
Se assim fosse nossas vidas, tempestades não existiriam.
Quero nuvens, também quero sol, quero chuvas, quero ventos.
Ventos que me arraste para longe. Quero ser areia.
Quero a vida a me guiar.
Pois quando guio a vida, uso calçados que me impede de sentir os
grãos quentes de areia que viajam sem destino.
Sinta a areia em seus pés, sinta o vento que leva cada grão,
sinta esse momento, ponha os pés no chão.
Os dias ruins também vão e só deixam nostalgia.
Cada grão de areia é arrastado para longe de seu destino,
sem destino deixando apenas que a brisa o guie em algum caminho.
Se assim fosse nossas vidas, tempestades não existiriam.
Quero nuvens, também quero sol, quero chuvas, quero ventos.
Ventos que me arraste para longe. Quero ser areia.
Quero a vida a me guiar.
Pois quando guio a vida, uso calçados que me impede de sentir os
grãos quentes de areia que viajam sem destino.
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